sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Chegou, passou, já é.


Último dia do ano... E que ano que foi 2010!
Posso dizer que esse foi o ano em que comecei a me descobrir de verdade, mudei em alguns aspectos, abandonei algumas ideias pré-concebidas que carregava comigo há muito tempo, me livrei de velhos traumas, me permiti viver um pouco. Emagreci cerca de 15 kgs de janeiro até o dia de hoje, mas esse é só o começo, afinal, quem me conhece sabe que estou acima do peso de verdade, mas o peso que falta eu sei que eu vou eliminar nos próximos meses, sem correria, sem pressa, porque agora, diferente das últimas vezes, vai ser pra sempre.

Como para qualquer pessoa, não foi um ano só de alegrias. Chorei, chorei muito, e é provável que chore novamente pelos mesmo motivos pelo resto da minha vida, porque é uma culpa que vou carregar comigo, o fato de ter falhado nessa missão que me foi dada, mas tenho muitas boas lembranças, e afinal de contas, minha avó está viva e ainda vou aproveitar bons momentos do lado dela. E quando eu chorar novamente, quando a minha consciência pesar e gritar eu vou ter de aguentar, e tomar isso como lição, pra ser mais forte em outras situações. Essa é uma daquelas coisas com as quais eu terei que aprender a conviver.

2011? É AMANHÃ!E eu vou continuar fazendo as coisas do meu jeito, tentando mudar pra melhor, aprendendo e vivendo.

Desejo à vocês tudo de bom, e que a maioria dos dias seja motivo para comemoração, e peço que lembrem, nos dias ruins, que sempre haverá um dia seguinte, como um novo ano, um recomeço.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Novo ciclo


Pra falar a verdade, não sei bem por onde começar. Tenho uma notícia ótima, uma notícia maravilhosa. Em março começam as minhas aulas na faculdade. *_* Prestei vestibular pra uma universidade particular, passei e vou cursar Letras. To muito feliz com isso, apesar de ter que apertar, e muito, as contas aqui em casa. Minha mãe topou me dar uma ajuda de custo e lá vou eu. Estou pronta pra começar um novo ciclo de esforço, alegria e sucesso.


(Sei que já postei essa foto da Audrey, mas esse momento do filme -A Princesa e o Plebeu ou Roman Holiday- representa o que estou sentindo.)


Por outro lado, vocês sabem que eu trabalho em uma livraria/megastore, e devo dizer que nunca estive tão cansada/esgotada/estressada. Tenho colegas maravilhosos, as melhores pessoas que eu já conheci –pessoalmente- na vida estão lá, pessoas que me ajudaram de uma maneira ou de outra, me libertando de traumas, me mostrando que eu posso despertar bons sentimentos nas pessoas que me veem como eu sou. Mas quando você tem uma gerente burra, infantil e incompetente que mistura vida pessoal com trabalho, aí a coisa fica meio difícil. Exigem horas extras de você que não são pagas em dinheiro, daí você entra pro banco de horas mas sempre que quer as suas folgas de direito existe algum probleminha que faz você adiar a folga pra um dia que não chega nunca. Sinto que estou nos meus últimos meses ali, não dá mais, pra mim, pra empresa, chega. Vou levar as coisas por uns tempos ainda, por questões financeiras, mas depois chega, eu consigo e mereço algo melhor do que isso.


Obrigada pelos comentários, vocês são as melhores! Amo vocês.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Picos

Essa coisa estranha de viver sempre em extremos. Em um dia me sinto no topo do mundo, a um passo de conquistar coisas maravilhosas, para no dia seguinte, me sentir um lixo e acabar chorando na frente da primeira pessoa que me perguntar se aconteceu alguma coisa.
Por mais que eu pense/tente levar uma vida normal, a verdade é que, ou de normal eu não tenho muita coisa, ou os supostos normais conseguem levar seu lado problemático melhor do que eu.
Eu decepcionei a minha vó, vivo decepcionando a minha mãe, a minha irmã e a mim mesma, afinal, que nome recebe uma pessoa que reclama tanto mas tem força e/ou coragem para mudar tão pouco?

Você deve até pensar que eu to triste agora, pelo tom do post, mas não, estou bem. Ou já estou me acostumando.


Mariana, obrigada pelos comentários sempre animadores.