quarta-feira, 29 de junho de 2011

Errar É Aprender

Quantas vezes já não desejamos a chance de poder voltar no tempo pra fazermos as coisas diferentes, consertando o erro e agindo com a maturidade que o tempo e o peso da culpa nos deram. Será que conseguiríamos fazer direito mesmo? Ou acabaríamos tropeçando em novas pedras? E se a pressão for superior a maturidade? E se as dificuldades cegarem os olhos da beleza do presente?

Não sei... Talvez eu tenha essa oportunidade, talvez Papai do céu tenha realmente cansado da minha choradeira, e eu vou mostrar pra Ele o quão grata fiquei. Em contrapartida, já estou enchendo os ouvidos d’Ele, implorando por força, paciência e serenidade.

Valeu.

sábado, 18 de junho de 2011

Na trave


Às vezes parece que uma parte de mim carrega tudo aquilo de ruim que eu já deveria ter superado. Coisas que começaram lá na infância, e já deveriam ter sido apagadas, ou ao menos arquivadas em alguma sala do meu eu que ficasse esquecida. Mas nos momentos em que eu deveria superar momentos traumáticos e me dar o direito de ter qualquer coisa que eu quisesse ter, eu travo, viro as costas, fico sem ação, sou fria e impulsiva.
Esse ritmo frenético de fim de semestre no fundo, no fundo, me ajuda, porque quando eu estou lá na biblioteca com a cara afundada no meu material de Linguística, eu consigo não pensar nisso. Quando estou preparando meu trabalho de Estudos Literários não tenho tempo pra pensar no “e se...” ou no “será que vai?”. Mas enquanto estou em casa, tudo que posso fazer é tentar fugir de mim mesma entrando em alguma história qualquer de um livro que chame mais a minha atenção do que essas minhas questões todas.