quarta-feira, 28 de maio de 2014

Novas! Changeeeees! Dicas(?)

Primeiro, minha mãe reagiu consideravelmente bem aos remédios. Como milagres não acontecem assim de um segundo para outro, ela tem que fazer a parte dela e ainda há um longo caminho pela frente.

Nos mudamos finalmente! Não me sinto em casa, o barulho e a claridade daqui me incomodam demais. Além disso, ainda não compramos um roupeiro para o quarto e um armário para a cozinha, então não temos onde enfiar a bagunça, que está espalhada pelo apartamento de 1 quarto. Sair de uma casa com 4 quartos em um bairro que ficava no subúrbio da região metropolitana de Porto Alegre para viver na própria capital do RS, em uma das avenidas mais movimentadas, do lado do Centrão e que liga a cidade à Zona Norte foi um baque. Confesso que estou histérica e desgostosa. Preciso de um emprego.

Agooooora, porém, vamos aquela questão... desde o problema da minha mãe e o stress com a mudança engordei 11 (eu disse onze) kgs e estou precisando de uma dieta emergencial. Não tem um jeans que me sirva para que eu possa  fazer uma entrevista de emprego ou entregar uns currículos.
PENSEI em fazer aquela dieta da papinha de nenê. Alguém já se aventurou nessa?  Estou aceitando dicas, sugestões e afins. começarei um regime brabo no domingo, pois sábado meus melhores virão jantar aqui, daí não adianta começar e quebrar.

Passarei em vossos blogs. Que saudade daqui!!!

sábado, 10 de maio de 2014

Decisão, tensão e responsabilidade

Eram 7h:30min mais ou menos da última quinta-feira e meu celular tocou. Era minha mãe. Tinha consultado a médica do trabalho, que a tinha encaminhado para um psiquiatra, que iria atender ela de tarde. Até lá, ela ficaria em observação e precisava chamar um familiar, no caso, eu.
Depois ela consultou o psiquiatra, que me chamou para conversar. Falou de tudo que eu já sabia e me propôs algo... internar a minha mãe por quinze dias, em um hospital psiquiátrico terrível. Como eu não estou fazendo nada da vida, discordei da internação e me responsabilizei por ela, com direito a termo assinado e tudo. Até as medicações dela devem ficar em meu poder. Eu juntei todas as forças que me restam pra salvar a minha mãe e vou conseguir.

Por enquanto ela está molenguinha por causa dos remédios com os quais não estava acostumada, mas tudo indica que logo ela vai estar voltando a ser quem ela era há alguns anos atrás.
Ela é o centro da minha vida no momento, e não admito que reprovem a minha atitude de não interná-la, pois quem já foi internada sabe o quanto isso é um inferno. Além do mais, ela fez o mesmo por mim em 2008.

Aliás, que todas nós tenhamos um lindo dia das mães.

Até a próxima.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Na sala do psiquiatra...

De alguma maneira cheguei em um nível de esgotamento que me levou, depois de seis anos, a voltar para a sala de um psiquiatra.
Nada relacionado aos últimos dois posts, isso se tornou tão insignificante... o que mais tem me machucado é ver minha mãe mal... acho que fui nessa consulta pra ficar mais forte pra poder dar mais apoio pra ela. Ela passou mais uma noite na emergência  do hospital.
Cheguei em um ponto onde dificilmente consigo sair se casa, deixei o desânimo tomar conta de mim e... sei lá, ainda não mudei esse cenário totalmente.

Ao contrário do que possa parecer, não quero morrer, não pretendo me matar, pelo contrário, quero sair dessa condição de sub-vida.

O resultado? Tratamento com Carbonato de Lítio e a recomendação para fazer terapia, que foi gentilmente recusada no momento. No momento.

Não estou esperando grande coisa  disso tudo, nem estou jogando tudo pro alto. Dei o primeiro passo...