sexta-feira, 26 de agosto de 2016

"My only friend, the end"

Acho que acabou. Acabou postare.
Todo começo tem um fim, dizem, mas não tenho certeza.
Sei que eu não tenho mais disposição para postar, acompanhar, etc. Estou nessa há mais de dez anos, e é preciso reconhecer quando um namoro acaba.
Não tô bem, nem feliz, nem nada, é essa a palavra, nada.
Quem sabe um dia a gente se vê, em outro blog, em outras vibes.
Felicidade, gurias.

Esta que vos posta

Ela

sábado, 13 de agosto de 2016

"Deixe de se importar com quem parece ter cansado de você."

Foi esse um dos importantes trechos do comentário da Mariana que tenho tentado colocar em prática, mas volta e meia estou lá, mendigando aquele amor, aquela amizade.

São quase 7h30min da manhã. Passei a noite em uma crise de euforia, para vocês terem uma ideia, gastei todo meu saldo ligando pra Londres pra ouvir o sotaque dele, e agradecer por isso. Enquanto me matava de rir. Agora está vindo aquele abatimento. Fiquei tonta, caí, dei com a cara no pegador de uma gaveta e parece que eu levei um soco. A tontura não se deu por conta de dietas, mas por noites mal dormidas e abuso de medicação.

No mais, tudo na mesma. A bebê da minha irmã está com virose/infecção intestinal, e dá toda molenguinha, logo ela, que é tão elétrica. :(

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

No Title


Hoje é aniversário da minha mãe e não tenho nenhum presente. Ao contrário. Ela disse que vai atrás de um psiquiatra pra mim, por conta da última crise que eu tive estou tendo.
A cada dia que passa eu me importo menos... menos com a morte, com a vida. Eu só penso em ir pra junto da minha avó amada, deixar minha mãe em paz, ela precisa de paz.
Nem meus amigos suportam mais minhas crises.

Posso vos contar um segredo? Tenho uma amiga que consegue uns remédios pra mim, tenho o suficiente pra acabar com tudo. Mas tenho medo, e não é da morte, é de alguém me achar em tempo, me socorrer e eu ficar com alguma sequela. 

Mas é isso, não sei mais por quanto tempo aguento. 

terça-feira, 9 de agosto de 2016

And If...


Lembro de poucas vezes em que estive pior do que hoje, ontem e anteontem.
Meus braços levam novas feridas, superficiais, mas ah, quem dera tivessem sido fatais. Ainda estou confusa pelos remédios. Eu tomei tantos que dormi por tanto tempo, mas tive tantos pesadelos, que não consideraria dormir.
Então pela primeira vez, sim, eu tentei me matar, e continuo com essa ideia. Não fosse a minha mãe,eu já o teria feito. Mas imagina ela, me encontrando com a boca espumando, envolta em uma poça de sangue... sei que ela não causaria isso pra mim, não quero causar à ela,
Eu me mataria hoje, sem dúvida, se não fosse pelo sofrimento que eu causaria à minha mãe.